Eu tenho um fato que é dado – a irreversível popularização das TICs, e mais especificamente, das Redes Sociais entre os sujeitos da sociedade atual. Eu tenho também a percepção de que estas tecnologias são parte de uma estratégia de controle, conforme Deleuze, que substitui o poder disciplinar diagnosticado pelo Foucault. E aí eu tenho a necessidade do espaço escolar (e de qualquer espaço formador) como um ambiente que viabilize uma leitura crítica da realidade dada. A partir daí, eu posso (qualquer um pode) pensar em revouluções moleculares (Guattari): em subversões que transformem estas estratégias de poder em outras coisas, em novas possibilidades de vida. Eu posso tentar corromper o sistema de dentro dele, Fight-Club-Style. E pra isso eu posso me aproveitar das características específicas destas mesmas tecnologias: o rizoma, a descentralização, a conexão.

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